Cromoterapia

Na tradição hermética, egípcios e gregos antigos curavam com minerais, pedras, cristais, unguentos e tintas coloridas; também seus santuários eram pintados com cores terapêuticas. Os gregos antigos também usavam a cor para restaurar o equilíbrio. Roupas, óleos, emplastros, pomadas e cremes coloridos eram empregados no tratamento das doenças.

CROMOTERAPIA:

Segundo a mitologia dos antigos egípcios, a arte de curar com cores foi inventada pelo deus Tot. Para os antigos gregos, quem a inventou foi Hermes Trimegisto (Hermes triplamente poderoso), por causa de suas muitas façanhas na esfera do misticismo e da magia. Na tradição hermética, egípcios e gregos antigos curavam com minerais, pedras, cristais, unguentos e tintas coloridas; também seus santuários eram pintados com cores terapêuticas. Os gregos antigos também usavam a cor para restaurar o equilíbrio. Roupas, óleos, emplastros, pomadas e cremes coloridos eram empregados no tratamento das doenças.

 

Na Roma do século I d.C., Aurélio Cornélio Celso comparou as doutrinas de Pitágoras e Hipócrates, incluindo o uso de ungüentos, emplastros e flores coloridas em diversos tratados de medicina.

 

Avicena (980 – 1037) foi um médico árabe, discípulo de Aristóteles. Em seu Cânon da Medicina, discorreu sobre a importância vital da cor tanto em diagnose quanto no tratamento. Elaborou um gráfico correlacionando a cor ao temperamento e ao corpo físico. Afirmava Avicena que o vermelho movimentava o sangue, o azul ou o branco esfriava-o, o amarelo reduzia a dor  e a inflamação. Prescrevia poções de flores vermelhas para curar distúrbios sanguíneos, flores amarelas e luz solar matinal para sanar perturbações do sistema biliar.

 

Theophrastus Bombastus Von Hohenheim (1493 – 1541) foi um médico suíço conhecido como Paracelso. Ele conhecia bem os ensinamentos secretos dos rosa-cruzes, embora, ao que parece, não fosse membro dessa ordem. Atribui-se a Paracelso uma mudança decisiva na medicina ocidental: ele aperfeiçoou a farmacologia e incentivou os experimentos científicos, o que lhe valeu o titulo de Pai da Medicina Moderna. Considerava a  luz e a cor essenciais à boa saúde e usava-as  juntamente com elixires, encantamentos, talismãs, ervas e minerais.